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O celular e nossa vida na vitrine

  Escrevi esse texto entre 2007 e 2009, quando ninguém usava WhatsApp para conversar com os amigos, de modo que era muito comum (e fácil) ouvir a conversa dos outros pela rua. Como eu andava muito de ônibus naquela época, em um longo trajeto entre São Paulo e Alphaville, ouvi muitas histórias. Organizando um arquivos,Continue Reading “O celular e nossa vida na vitrine”

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“O tempo passa num átimo, mas, estranhamente, agimos como se fôssemos viver para sempre”

  No livro Os Monges e Eu, a autora Mary Paterson relata a experiência de passar quarenta dias em um mosteiro budista na França. Ao retornar para casa, ela colou na porta de sua geladeira uma foto do monge Thich Quang Duc em chamas, depois de atear fogo ao próprio corpo, em 1963, durante umaContinue Reading ““O tempo passa num átimo, mas, estranhamente, agimos como se fôssemos viver para sempre””

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Domingos, você me fez colocar tudo em perspectiva

  É isso mesmo. A sua trágica morte me fez olhar para o espelho e refletir. Refletir sobre a vida. Fiquei absolutamente chocada com a notícia de sua morte. E senti muito. Muito mesmo. A semelhança entre ficção e realidade e o fato de você estar no auge, fazendo aquela novela linda contribuiu para isso,Continue Reading “Domingos, você me fez colocar tudo em perspectiva”

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Ruazinhas

Os encantos e vantagens de se caminhar por ruas estreitas e encantadoras Rua João Migliari Um dos grandes prazeres que encontro nas caminhadas é me embrenhar por ruazinhas — vilas, ruas estreitas, vielas. Parece que, nessas ruas, sou transportada para outro tempo e espaço. Não sei dizer se é o silêncio, a proximidade, o fato de o movimentoContinue Reading “Ruazinhas”